Em cenário marcado pela indefinição por um nome da Nova Frente - capitaneada pelo governador Alcides Rodrigues (PP) - e por recentes rumores acerca de uma possível desistência do prefeito de Goiânia, Íris Rezende (PMDB), foi divulgada nesta quarta-feira (10), no jornal O Popular, mais uma pesquisa de intenções de voto para o governo de Goiás.
O deputado estadual Thiago Peixoto (PMDB) se diz convicto da vitória da chapa PMDB-PT liderada pelo prefeito de Goiânia. “Íris é sinônimo de força, trabalho e energia. E seu desempenho nesta pesquisa comprova tudo isso. Independente dele sair ou não candidato. Mas também aproveito a oportunidade para reafirmar que o PMDB tem de defender até o fim um ‘novo compromisso’ com o povo goiano, que já deixou bem claro o quanto deseja o fim do Tempo Novo”, destacou o parlamentar.
Thiago apóia-se em um dado importante da pesquisa: 24% dos entrevistados disseram que gostariam que fosse eleito um governador que “mudasse totalmente o governo do Estado”; 39% acham que o próximo governador pode até manter “alguns programas, mas deve mudar muita coisa”. “Querem exemplo mais claro de que o Tempo Novo está esgotado?”, questiona ele.
O deputado ainda reforçou que, segundo a pesquisa, Íris, que já ostentava aprovação recorde na administração da capital, lidera com folga as intenções de voto nos maiores colégios eleitorais do Estado (Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Trindade e Senador Canedo). “Tudo fruto da gestão que o prefeito vem desenvolvendo na Capital. Aliás, podemos ir além: as administrações do PMDB são exemplos para outras cidades. O PMDB sabe gerir, sabe fazer, sabe realizar”, entusiasma-se o peemedebista.
A pesquisa realizada pelo instituto Ibope entre os dias 20 e 24 de fevereiro confirma, na opinião do deputado do PMDB, uma tendência já verificada nas consultas anteriores: a polarização entre os potenciais candidatos do PMDB e PSDB, respectivamente, Íris Rezende e o senador Marconi Perillo.“Também vale lembrar que Íris é um dos pré-candidatos que apresenta menor taxa de rejeição”, diz Thiago. Do total de entrevistados, apenas 14% dizem não votar nele.
